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Linhagem sanguínea dos Illuminati é a MESMA - Nova Ordem Mundial

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Microscópio


Microscópio
Instrumento de óptica destinado à ampliação e observação de pequenos
objetos. A ampliação consiste no aumento em grande proporção dos diâmetros
aparentes dos objetos a observar. A dois tipos básicos de microscópios: os
simples e os compostos. Microscópio simples, também conhecidos como lupas,
ampliadores ou lentes de ampliação, contam de lentes que eqüivalha a esse
tipo. Algumas são montadas em suportes para maior facilidade de manuseio e
melhor observação; tais suportes podem ser fixos ou portáveis, como os usados
nas lentes destinados à leitura, sendo classificadas, por alguns autores, em
quatro grupos: lentes para leitura, ampliadores de bolso, lupas de relojoeiro e
lupas de suportes especiais.
O microscópio composto consta, em essência, de um sistema óptico
formado por dois conjuntos de lentes. Esses conjuntos são os da objetiva,
voltada para o objeto e que forma no interior do aparelho a imagem do mesmo,
e a ocular, que permite ao observador ver essa mesma imagem. A objetiva é
fortemente convergente e tem pequena distância focal; já a ocular é menos
convergente que a objetiva.
A objetiva e a ocular são colocadas nas extremidades diametralmente
opostas de um tubo, o canhão, constituído de duas partes encaixadas,
concêntricas, de maneira que se pode alongá-lo e encurtá-lo à vontade, como
os tubos telescópios. Essa variação do comprimento do canhão resulta na
aproximação ou afastamento conjunto objetiva-ocular do objeto a ser
observado. Tal movimento é possibilitado por dois parafusos, o macromético e o
micromético, conforme seja rápido ou lento. A distância entre os dois sistemas
de lentes é constante, a fim de que a imagem se forme sempre a distância
mínima de visão distinta.
O canhão é montado numa armação articulada que sustenta também a
platina, chapa sobre o qual é colocada a lâmina de vidro com o objeto a ser
observado. O objeto é iluminado pelos raios luminosos provenientes de uma
fonte qualquer, natural ou artificial, e concentrados no mesmo por meio de um
espelho chamado refletor, que é móvel, e por uma pequena lente, que constitui
o condensador.
Para ser ampliado, é necessário que o objeto em observação seja
colocado a uma distância do instrumento, pouco maior que a distância focal da
objetiva. A ampliação obtida é função das distâncias focais dos dois sistemas de
lentes e das distâncias que os separa.
Os microscópios mais antigos eram dotados de uma objetiva simples e,
muitas vezes, sistemas de prismas eram usados para fornecer ao instrumento
visão binocular. Ainda hoje esse tipo de microscópio é usado, mas seu emprego
tem cedido terreno ao microscópio de dupla objetiva, dotado de visão binocular,
inventado por Greenough em 1897. Tal aparelho é constituído de dois
microscópios, um para cada olho do observador e montado de tal maneira que
os raios luminosos que os atravessam se vão concentrar todos no foco comum
aos dois sistemas ópticos. O microscópio de objetiva pode ser dotado de visão
esterioscópia, para o que são empregados prismas especiais.
Os microscópios fazem uso de grande número de acessórios, que tornam
possível o emprego do aparelho em serviços especializados e onde se exige
grande precisão. Entre eles contam-se: filtros, discos micrométricos, oculares
micrométricas, polarizadores, analizadores e muitos outros. São intensivamente
usados nos mais diversos ramos da ciência, tais como biologia, metalurgia,
espectroscopia, medicina, geologia e pesquisa científica em geral.
Microscópio eletrônico. O microscópio eletrônico pode ser definido
como um aparelho de natureza eletrônica, cuja a finalidade é a obtenção de
imagens enormemente ampliadas de pequeníssimos objetos. O primeiro
aparelho desse tipo apareceu em 1940, tendo sido consideravelmente
desenvolvido a seguir. São muitíssimos mais potentes que os microscópios
ópticos e a dinamia, que possibilita o uso das ações de campos magnéticos e
elétricos sobre os elétrons

Metabolismo


Metabolismo
Essencial como processo bioquímico de aproveitamento da energia, o metabolismo
equilibra as funções fisiológicas. Seus distúrbios ocasionam doenças de incidência
freqüente, como o diabetes, a obesidade e a arteriosclerose.
Metabolismo é o conjunto das reações químicas que ocorrem num organismo vivo com o
fim de promover a satisfação de necessidades estruturais e energéticas. O processo
metabólico ocorre tanto no domínio celular, como no do organismo em geral. A expressão
metabolismo basal designa o mínimo de energia necessária para regular a fisiologia normal
de um organismo.
Conceitos gerais e métodos de estudo: Do ponto de vista físico-químico, os
organismos vivos são sistemas abertos que, para sobreviver, realizam com o exterior uma
constante troca de energia e matéria. As substâncias que penetram nas células passam por
fragmentações, adições e reestruturações moleculares, que produzem compostos
biologicamente úteis, empregados como fonte de energia e também como elementos de
construção e reparação dos tecidos. Essas transformações sucessivas denominam-se vias
metabólicas.
Para que um composto orgânico possa produzir energia, deve experimentar uma oxidação
(perda de elétrons e/ou combinação com o oxigênio), que libera o potencial energético das
ligações existentes entre seus átomos. A oxidação, como a maior parte das reações
químicas que ocorrem no interior da célula, requer a atuação de moléculas especializadas
chamadas enzimas, que ativam os compostos, pondo-os em contato com outras substâncias
reagentes, e tornam possíveis as trocas adequadas, à temperatura fisiológica. Praticamente
todas as reações metabólicas dependem da existência das enzimas, sem as quais
precisariam de grande quantidade de calor, não compatível com o desenvolvimento da vida
celular.
No organismo sadio, verifica-se equilíbrio entre duas forças antagônicas: o
catabolismo, processo pelo qual as moléculas vindas do exterior, após sofrer fragmentação
prévia na digestão, são degradadas ou reduzidas a substâncias mais simples; e o
anabolismo, conjunto de reações que, ao utilizar a energia liberada pelo catabolismo,
possibilita a formação de estruturas orgânicas complexas a partir de outras, mais
elementares. Essa energia é empregada também nas funções fisiológicas. Conforme sejam
predominantemente energéticos ou construtivos, os alimentos recebem o nome de
termogênicos ou organogênicos, respectivamente. Pertencem ao primeiro grupo os
carboidratos (açúcares) e os lipídios (gorduras), e ao segundo grupo, as proteínas.
Lavoisier, criador da química moderna, abriu novos horizontes às ciências
biológicas, ao mostrar: (1) que os tecidos animais e vegetais se constituem essencialmente
de carbono, oxigênio, hidrogênio e nitrogênio; (2) que a respiração é uma combustão lenta
de carbono e oxigênio; (3) que nos animais homeotermos a temperatura é mantida pela
respiração; e (4) que as trocas respiratórias se acentuam após as refeições, o que leva à
maior produção de energia.
Em 1824, Robert Mayer e Hermann von Helmholtz enunciaram a primeira lei da
termodinâmica, que afirma ser a energia transformável e indestrutível. Demonstrou-se
posteriormente, em experiências realizadas na Alemanha e nos Estados Unidos, que essa lei
é extensiva aos seres vivos. O estudo científico e sistemático do metabolismo só foi
possível a partir do desenvolvimento de técnicas como os modernos métodos de pesquisa
bioquímica e de marcação radioativa por radioisótopos~capazes de acompanhar as
transformações que ocorrem no interior do organismo. Por meio dessas técnicas pode-se
marcar uma molécula inserindo-se nela, em dada posição, um átomo basicamente idêntico
ao substituído (um isótopo), mas de peso atômico distinto, que emite partículas radioativas
suscetíveis de serem detectadas.
Metabolismo animal: Os animais são organismos heterotróficos, isto é, que
precisam obter a energia e os materiais de que necessitam a partir de compostos orgânicos
de origem exterior. Um deles, de participação imprescindível, é o açúcar.
O catabolismo dos açúcares apresenta uma primeira fase anaeróbica (sem
intervenção do oxigênio) em que a molécula com seis átomos de carbono da glicose é
fosforilada, ou seja, reage com um grupo fosfato do trifosfato de adenosina (ATP) e se
divide em duas moléculas de ácido pirúvico (com três átomos de carbono) ou, nas células
musculares, em duas moléculas de ácido láctico. Essa é a fase da fermentação ou glicólise,
que significa, literalmente, ruptura da glicose.
Na segunda etapa, cujo rendimento energético é muito superior, o ácido pirúvico se
transforma em acetilcoenzima A ou acetil-CoA, que tem dois átomos de carbono na
molécula e participa do chamado ciclo de Krebs, de importância capital em todos os
processos metabólicos. Essa etapa é aeróbica e nela se produzem sucessivas
desidrogenações (perdas de átomos de hidrogênio) em alguns dos compostos.
Esse processo implica a formação de um fluxo eletrônico, em direção às moléculas das
enzimas e aos compostos que constituem a chamada cadeia respiratória, em que ocorre a
fosforilação oxidativa. Esse último processo consiste na produção de compostos ricos em
energia -- as moléculas de ATP --que intervêm como fator de troca energética em todas as
atividades do organismo.
Os lipídios compreendem um grupo de substâncias química e fisiologicamente
diferentes entre si, tais como as gorduras, as ceras e os lipóides, cuja principal característica
é sua insolubilidade na água e solubilidade nos solventes orgânicos (éter, clorofórmio,
benzeno). Se decompõem pelo processo catabólico da beta-oxidação, em que os ácidos
graxos, compostos de longas cadeias que são os principais componentes das gorduras, se
fragmentam por ação seqüencial de diversas enzimas até formar resíduos de acetil-CoA,
que se integram ao ciclo de Krebs.
Processo de alto rendimento energético, a beta-oxidação produz grande número de
moléculas de ATP. As gorduras fornecem mais que o dobro das calorias que a mesma
quantidade de glicídios e proteínas. Admite-se que os glicídios podem ser convertidos em
gorduras no organismo, mas esse mecanismo não está suficientemente esclarecido. O
mesmo ocorreria com as proteínas, de modo indireto, por meio de certos aminoácidos que
formam glicídios, que, por sua vez, sintetizam gorduras.
As proteínas, fragmentadas no curso da digestão pelas enzimas proteolíticas, têm
valor biológico determinado por sua riqueza em aminoácidos. Alguns destes, os mais
simples, podem ser obtidos de outros mais complexos. Outros não podem ser sintetizados e
são tão valiosos quanto os hormônios. É o caso dos aminoácidos essenciais, responsáveis
pelo crescimento, cuja ausência causa o aparecimento dos sintomas de desnutrição ou
subnutrição.
As proteínas que os contêm são chamadas completas, como a lactalbumina e a
caseína do leite, a ovalbumina e a ovovitelina do ovo. A maioria dos aminoácidos se
transforma em diferentes compostos do ciclo de Krebs. Seus átomos de nitrogênio se
separam por ação de enzimas transaminases e convertidos em amoníaco, formador da uréia
(substância de refugo eliminada na urina).
As vias anabólicas consistem em: (1) formação de glicose e, mais tarde, de açúcares
complexos, a partir do ácido pirúvico, por um processo não correspondente à inversão da
glicólise; (2) produção de gorduras por síntese de ácidos graxos a partir do acetil-CoA e
posterior união aos álcoois e outras substâncias; e (3) constituição dos aminoácidos. As
proteínas são formadas por aminoácidos unidos entre si, numa seqüência específica
determinada pelo código genético do organismo.
Entre as alterações congênitas do metabolismo, além das assinaladas, cabe lembrar a
galactosemia ou intolerância à galactose, causada pelo déficit de uma enzima que
metaboliza esse açúcar do leite; e certas anomalias graves no metabolismo das proteínas,
que ocasionam deficiência mental.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Fotossíntese


Fotossíntese
Quando os sacerdotes das religiões primitivas prestavam culto ao Sol, estavam
certamente executando algo mais que um mero ato simbólico. De uma forma ou de
outra, reconheciam um fato mais tarde confirmado pela ciência moderna: toda a vida
terrestre depende em última análise das radiações solares, graças às quais se forma a
matéria orgânica.
Fotossíntese é o processo pelo qual as plantas verdes e alguns outros organismos
transformam energia luminosa em energia química. Nas plantas verdes, a fotossíntese
aproveita a energia da luz solar para converter dióxido de carbono, água e minerais
em compostos orgânicos e oxigênio gasoso. Além das plantas verdes, incluem-se
entre os organismos fotossintéticos certos protistas (como as diatomáceas e as
euglenoidinas), as cianófitas (algas verde-azuladas) e diversas bactérias.
Características gerais. Por meio da fotossíntese constituem-se substâncias complexas
integradas por elevado número de átomos. Para isso, parte-se de compostos muito
simples, por meio dos quais se cria o alimento básico de que dependem numerosos
organismos, entre os quais os fungos e os animais, incapazes de realizar o processo
por si mesmos e, por isso, obrigados a obter a matéria orgânica já elaborada. As
bactérias fotossintéticas que executam esse processo são chamadas autotróficas, isto é,
promovem a síntese do próprio alimento, em oposição às heterotróficas, que vivem à
custa de outros seres vivos.
Aristóteles já havia observado que as plantas necessitavam de luz solar para adquirir a
cor verde, mas o estudo propriamente dito da fotossíntese começou em 1771 com as
observações efetuadas por Joseph Priestley. Esse químico inglês comprovou que uma
planta confinada numa redoma de cristal produzia uma substância (mais tarde
identificada como o oxigênio) que permitia a combustão. Também na segunda metade
do século XVIII o holandês Jan Ingenhousz sustentou que o dióxido de carbono do ar
era utilizado como nutriente pelas plantas, e no começo do século XIX Nicolas-
Théodore de Saussure demonstrou que os vegetais incorporavam água a seus tecidos.
Outros dados vieram completar os conhecimentos até então disponíveis sobre a
nutrição vegetal. Observou-se, por exemplo, que o nitrogênio era sempre retirado do
solo, assim como diversos sais e minerais, e que a energia proveniente do Sol se
transformava de algum modo em energia química, que ficava armazenada numa série
de produtos em virtude de um processo já então denominado fotossíntese.
Na segunda década do século XIX, isolou-se uma substância, a clorofila, que é a
responsável pela cor verde das plantas e desempenha papel importante na síntese da
matéria orgânica; mais tarde, Julius von Sachs demonstrou que esse composto se
localizava em orgânulos celulares característicos, posteriormente chamados
cloroplastos. O desenvolvimento das técnicas bioquímicas possibilitou em 1954 isolar
e extrair intactos esses orgânulos, quando Daniel Israel Arnon obteve cloroplastos a
partir das células do espinafre e conseguiu reproduzir em laboratório as reações
completas da fotossíntese.
Essas e outras descobertas permitiram determinar que a fotossíntese ocorre em duas
fases: uma clara, em que a energia luminosa solar é captada e a molécula de água se
decompõe para utilização do hidrogênio e liberação do oxigênio, e outra escura, em
que se verifica o chamado ciclo de Calvin, assim denominado em homenagem ao
bioquímico americano Melvin Calvin, que o pesquisou. Nessa fase, o carbono
procedente do dióxido de carbono do ar se fixa e se integra numa molécula
carboidratada.
Cloroplastos. A fotossíntese produz-se em orgânulos especiais da célula vegetal
denominados cloroplastos, de forma alongada, elíptica ou globular e revestidos de
uma membrana dupla. Em certas algas unicelulares só existe um cloroplasto,
enquanto em outras, como as do gênero Spirogyra, o orgânulo é achatado como uma
fita, e dispõe-se helicoidalmente. Nas plantas superiores pode haver várias dezenas de
cloroplastos, cujo tamanho se mede em micrômetros (um micrômetro é a milésima
parte de um milímetro).
A membrana externa é muito frágil e a interna apresenta numerosas dobras que
formam discos achatados chamados tilacóides, que por sua vez se empilham e
formam estruturas denominadas granos (ou grana, plural latino de granum). Aqui se
realiza a fase clara da fotossíntese. Os granos são unidos entre si por pequenas
lâminas semelhantes a varetas, as lamelas. O resto do conteúdo do cloroplasto,
semifluido, é o que se conhece como estroma e nele ocorrem a fase escura e o ciclo de
fixação do carbono. Os cloroplastos encontram-se nos órgãos verdes da planta, mas
são especialmente abundantes nas folhas, órgãos em que se realiza a maior parte da
fotossíntese nos vegetais superiores.
Clorofila. A substância a que as plantas devem sua cor verde e que é um dos
principais pigmentos captadores da luz é a clorofila. Além dela, existem outros
compostos fotossintéticos como as ficobilinas, de cor azul ou avermelhada, ou os
carotenóides, amarelados e responsáveis pelas cores purpúreas, vermelhas ou
alaranjadas de muitas algas.
A molécula da clorofila apresenta grande complexidade estrutural e compõe-se de
diversos elementos como carbono, oxigênio, hidrogênio e nitrogênio, mais um átomo
de magnésio. Este último se encontra unido a quatro átomos de nitrogênio, que
constituem uma série de anéis ou estruturas químicas fechadas, os núcleos pirrólicos.
Existe ainda uma longa cadeia chamada fitol, que se forma como uma comprida cauda
e é integrada, quase totalmente, por átomos de carbono e de hidrogênio.
Diferenciam-se vários tipos de clorofila, cada um dos quais se encontra
preferencialmente num determinado organismo vegetal. Assim, as plantas superiores
dispõem dos tipos a e b, enquanto as algas vermelhas têm clorofila d e as bactérias
fotossintéticas possuem uma molécula mais simples, a bacterioclorofila. A clorofila
tem a propriedade de absorver energia luminosa e emitir um elétron de sua molécula,
o qual é transferido para outros compostos e transportado para utilização na fase
escura.
Fase clara. A fase clara da fotossíntese verifica-se na presença da luz, pois é ela que
fornece a energia necessária para que ocorra todo o processo. A energia luminosa
quebra a molécula de água, formada por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio
(H2O), e libera o hidrogênio componente, enquanto o oxigênio se desprende, reação
que se denomina fotólise da água. Os hidrogênios serão empregados na formação de
uma série de moléculas redutoras (passam elétrons para outras), que mais tarde cedem
o mesmo hidrogênio ao dióxido de carbono (CO2), na fase escura.
Ao mesmo tempo, a luz chega à clorofila e faz com que desta se desprendam elétrons,
que passarão aos hidrogênios originados na fotólise da água por meio de uma cadeia
de substâncias transportadoras.
Na fase clara, portanto, prepara-se o material redutor (que cede elétrons) necessário à
segunda fase do processo fotossintético; produz-se oxigênio como resultado da quebra
da molécula de água; e formam-se, graças à contribuição energética da luz,
substâncias ricas em energia conhecidas como ATP (trifosfato de adenosina). Estas
contêm átomos de fósforo e, quando se decompõem, liberam a energia nelas
encerrada e possibilitam a ocorrência de reações biológicas imprescindíveis à vida do
organismo. O ATP pode ser considerado o combustível molecular dos seres vivos.
Em algumas bactérias fotossintéticas, a fase clara não determina o desprendimento de
oxigênio para o meio, já que contêm um tipo de clorofila diferente daquele que
possuem as plantas superiores.
Fase escura. Na ausência da luz, ocorrem no estroma do cloroplasto diversas e
complicadas reações (o ciclo de Calvin), graças às quais se formam as moléculas de
açúcares de que a planta necessita para viver. O carbono da molécula de dióxido de
carbono (CO2), que o vegetal tira do ar, capta os elétrons cedidos pelas moléculas
redutoras presentes no cloroplasto e passa a fazer parte de uma molécula de pentose,
açúcar de cinco átomos de carbono, que mais tarde se fraciona em duas moléculas,
cada uma com três átomos de carbono.
Esses últimos compostos sofrem uma série de modificações e, após sucessivos ciclos,
formam uma molécula de glicose, açúcar de grande importância para o metabolismo
de numerosos seres vivos. Como ocorre com todas as reações produzidas nos
organismos vivos, esses processos são regulados por diversas enzimas, compostos que
possibilitam e aceleram a conversão de umas substâncias em outras.
Fotossíntese e respiração. As células das plantas têm determinadas necessidades
energéticas para poderem realizar suas funções, e para tal requerem um consumo
contínuo de oxigênio. Dessa forma, os vegetais produzem oxigênio na fase clara da
fotossíntese e, paralelamente, absorvem esse elemento do meio em que se encontram.
Do que se acaba de expor, poder-se-ia deduzir que o balanço líquido estaria
equilibrado e que, em definitivo, não se geraria excedente de oxigênio, mas isso não é
certo: na realidade, a quantidade produzida durante o dia ultrapassa significativamente
a consumida.
A maior percentagem de oxigênio produzido corresponde às algas marinhas e às
plantas unicelulares. Entre as plantas superiores, a contribuição mais notável é a dos
grandes bosques e florestas tropicais. Nesse sentido, justifica-se classificar a
Amazônia como o autêntico pulmão da Terra, pelo que a intervenção humana na
região deve ser particularmente prudente, a fim de não alterar de forma irreversível
esse verdadeiro paraíso: a alteração acarretaria conseqüências imprevisíveis em escala
planetária.

Enzima


Enzima
A importância das enzimas é ilustrada pela ocorrência do albinismo, doença congênita
que se manifesta pela despigmentação da pele, dos cabelos e da íris. O albinismo
deve-se à falta da tirosinase, uma das muitas enzimas que regulam o metabolismo e as
funções dos organismos vivos.
Enzima é a designação geral de várias proteínas complexas, especializadas na catálise
de reações biológicas - facilitam e aceleram a maior parte das reações bioquímicas
que ocorrem no interior das células dos animais, vegetais e microrganismos. Como a
catálise ocorre sem intervenção de reagentes, as enzimas não se consomem ao longo
do processo.
Existem diversos tipos de enzimas, com ação e finalidade não muito variadas. Assim,
contribuem para que as moléculas dos princípios nutritivos (proteínas, gorduras e
hidratos de carbono) se desdobrem em outras menores, durante a digestão dos
alimentos. Também facilitam a passagem dessas moléculas para o sangue através da
parede intestinal, catalisam a formação de moléculas grandes e complexas destinadas
a produzir os constituintes celulares, favorecem o armazenamento e consumo de
energia. Em termos estritamente fisiológicos, as enzimas também ativam as funções
da reprodução, os processos da respiração e da visão e todos os demais mecanismos
biológicos.
Constituição das enzimas. Do ponto de vista químico, as enzimas caracterizam-se por
apresentarem em sua estrutura uma proteína - substância orgânica complexa que
contém nitrogênio em sua molécula e que, por decomposição hidrolítica ou adição de
água, produz aminoácidos.
A maioria das enzimas constitui-se de uma proteína e de um componente chamado
co-fator, que pode estar ausente. A proteína completa (enzima + co-fator) é a
holoenzima. Suprimido o co-fator, a proteína perde sua atividade e recebe o nome de
apoenzima. O co-fator pode ser um metal (por exemplo, ferro, cobre ou magnésio),
uma molécula orgânica de tamanho médio chamada grupo protético, ou um tipo
especial de molécula que atua como substrato e se conhece como co-enzima. Esse cofator
facilita a função catalítica da enzima, como é o caso dos metais ou grupos
prostéticos, ou participa da própria reação catalisada, ação típica das co-enzimas.
Forma de atuação das enzimas. As moléculas existentes nas células constituem
compostos com alto grau de estabilidade, determinado pela magnitude da energia
armazenada nas ligações entre os átomos que as compõem. Para ativar uma reação,
seria preciso energia suficiente para romper tais ligações. A presença de enzimas no
organismo dispensa a necessidade desse acréscimo de energia, pois se unem às
moléculas para formar compostos complexos intermediários, que se decompõem e
constituem os produtos finais. As enzimas liberam-se da reação sem sofrerem
mudanças e ficam preparadas para continuar sua ação de catalisadores na formação de
novos produtos.
A característica principal da ação enzimática sobre o organismo é sua especialidade.
Cada tipo de enzima atua sobre um composto ou substrato associado, cuja estrutura
deve encaixar-se à da enzima de modo que os centros ativos coincidam perfeitamente.
Esse processo pode ser comparado com a relação entre uma chave e sua fechadura,
pois cada substrato possui uma enzima específica, capaz de abrir os caminhos para
sua transformação.
Os grupos catalíticos dos centros ativos de uma enzima atuam com um rendimento
mais de um milhão de vezes maior que o de outras substâncias análogas numa reação
não-enzimática.
Inibição das enzimas. Existem compostos de estrutura semelhante ao substrato de uma
enzima que, ao se unirem ao centro ativo desta, impedem que ela desenvolva sua ação
catalítica de maneira irreversível ou reversível (inibição competitiva).
Outros inibidores atuam sobre uma parte da estrutura da enzima diferente do centro
ativo, de modo que, se esse centro for afetado, ocorre um bloqueio definitivo da ação
da enzima; em caso contrário, a inibição é reversível (não-competitiva). Em virtude de
sua natureza protéica, as enzimas desnaturam-se e inativam-se acima de 60o C ou em
presença de meios muito ácidos ou muito alcalinos.
Nomenclatura. O nome aplicado às enzimas deriva do nome do substrato sobre o qual
elas atuam, a que se acrescenta a terminação "ase". Assim, as carboidrases atuam
sobre os hidratos de carbono ou carboidratos, as fosfatases sobre os fosfatos etc. Há
ainda nomes instituídos pela tradição, como a pepsina, a tripsina ou a pancreatina.
As reações enzimáticas classificam-se em seis grandes grupos, que por sua vez se
subdividem de acordo com os tipos de substratos participantes e as reações: as óxidoredutases
catalisam os processos de oxidação-redução nas células, ocasionados pelo
intercâmbio de elétrons ou partículas elétricas elementares entre os diferentes átomos
que intervêm; as transferases, que facilitam o transporte de grupos de um doador para
um receptor, incluem o subgrupo das aminotransferases ou fornecedoras de
aminoácidos; as hidrolases catalisam a decomposição por adição dos constituintes da
água; as liases rompem ligações químicas por uma via diferente das anteriores; as
isomerases favorecem as redistribuições no interior das células; e as ligases aceleram
a união de moléculas sob a ação do portador mais importante de fosfatos e energia, o
trifosfato de adenosina (ATP). Nos dois primeiros grupos se acha a metade das mil e
poucas enzimas que se conhecem.
Aplicações. O estudo da natureza das enzimas e de sua atuação teve grande utilidade
na medicina: determinados tratamentos se baseiam na inibição das enzimas que
acompanham as bactérias, com o que se detém a ação infecciosa destas. As
sulfonamidas, por exemplo, são elementos bloqueadores das enzimas bacterianas. As
enzimas são também utilizadas em diagnósticos médicos e contra reações
desfavoráveis em pessoas alérgicas à penicilina. Em certos casos, administração de
enzimas serve para controlar sua falta no organismo, assim como para corrigir
anormalidades derivadas de doenças.
Uma das principais aplicações industriais das enzimas é na produção do álcool etílico
(etanol) pelo processo de fermentação, que utiliza enzimas na conversão da sacarose
em etanol. Na fabricação de produtos como pão, queijos, cerveja, vinho etc., em que
há fermentação de leveduras, os novos conhecimentos sobre enzimas são utilizados
para controlar e melhorar sua qualidade. O curtimento de couros e a limpeza de
tecidos são alguns dos numerosos processos químicos e industriais que empregam a
ação catalítica das enzimas para favorecer reações da matéria orgânica.

Conceitos a respeito de Ecologia


Conceitos a respeito de Ecologia

BIOLOGIA
BIOTÓPO - Área física na qual os biótipos adaptados a ela e as condições
ambientais se apresentam praticamente uniformes.
BIOSFERA - Toda vida, seja ela animal ou vegetal, ocorre numa faixa
denominada biosfera, que inclui a superfície da Terra, os rios, os lagos,
mares e oceanos e parte da atmosfera. E a vida é só possível nessa faixa
porque aí se encontram os gases necessários para as espécies terrestre e
aquáticas: oxigênio e nitrogênio.
HABITAT - É um lugar de vida de um organismo. Total de característica
ecológica do lugar especifico habitado por um organismo ou população.
NICHO ECOLÓGICO - Pequena habitação ecológica que estuda as relações
entre os seres vivos e o meio ambiente em que vivem bem como as suas
recíprocas influencia, mesologia num espaço ocupado por uma espécie ou um
organismo vivo.
ECOSSISTEMA - Conjunto dos relacionamentos mútuos que o meio ambiente e
a flora, fauna e os micros organismo que nele habitam, e que incluem
fatores de equilíbrio geológico, atmosférico, meteorológico e biológico.
POPULAÇÃO - Comunidade de seres vivos que se entrecruzam livremente,
graças ao quê trocam, entre si material genético.
ESPÉCIE - Conjunto de indivíduos muito semelhante entre si e aos
ancestrais, e que se, entrecruzam. A espécie é unidade biológica
fundamental. Varias espécies constituem um gênero: espécie vegetal;
espécie animal e a espécie humana (gênero humano).
André do Canto Silva
andresti@sti.com.br
BIBLIOTECA VIRTUAL
http://www.bibliotecavirtual.com.br
Sua f

Dopping


Dopping
Também chamado de “dopagem” é a administração ilícita de uma droga
estimulante ou estupefaciente com vistas a suprimir temporariamente a
fadiga, aumentar ou diminuir a velocidade, melhorar ou piorar a atuação
de um animal ou esportista.
A comissão médica do comitê olímpico internacional instituiu, durante
os jogos olímpicos do México (1968) a aplicação de testes anti-dopagem
sistemáticos, decidindo que seriam excluídos dos jogos os atletas
comprovadamente dopados.
Nos últimos anos, com os atletas sendo patrocinados pôr grandes
empresas, alguns mestres das diversas modalidades, visando interesses
empresariais na divulgação de sua arte marcial, e também com o advento
das competições de “free style” , ocorreu uma profissionalização
equivocada dos profissionais envolvidos com as artes marciais, bem como
seus atletas. Difícil dizer-se da ignorância ou má fé dessas pessoas. O
fato é que, cada vez mais, os atletas de diversas modalidades têm se
valido de meios ilícitos para auferir vantagens nas diversas competições,
e assim atendendo interesses de forma escusa.
Cabe ressaltar que essas substâncias são consideradas dopantes, de
forma qualitativa e não quantitativa, ou seja, não se considera a
quantidade, mas sim o que aparece, mesmo porque os métodos laboratoriais
de detecção não chegam a um resultado 100% conclusivo para se determinar
a razão do uso do medicamento- tratamento ou dopagem.
Agruparemos as substâncias dopantes em 5 grupos principais:
ESTIMULANTES PSICOMOTORES: a anfetamina, a cocaína, os moderadores de
apetite
AMINAS SIMPATICOMIMÉTICOS: estimulam o sistema nervoso central, como
vasoconstritores nasais que tem efedrina.
OUTROS ESTIMULANTES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL: a cafeína, a aminoflina.
ANALGÉSICOS-NARCOTICOS: a codeína, a morfina, a heroína, etc...
ESTERÓIDES ANABÓLICOS: os hormônios masculinos, que veremos adiante.
Com exceção dos esteróides, os efeitos dos outros grupos assemelham-se
As afetaminas (que são bolinhas) são estimulantes do SNC.
Infelizmente, ainda são muito usadas e provocam a alevação da pressão
arterial, de freqüência cardíaca, do atleta, diminuem, diminuem o medo e
aceleram o metabolismo das células. Doses pequenas já produzem esses
efeitos depois de 30 minutos. Efeitos colaterais não faltam: tonturas,
dores de cabeça, insônia, mal estar, cansaço fácil e, principalmente a
dependência da droga, que quase sempre evolui para drogas mais potentes e
mais perigosas. Muitas vezes os efeitos são mais psicológicos do que
fisiológicos.
O uso de estreardes anabólicos-adrogenicos pêlos atletas em todo o
mundo vem se tornando cada vez mais freqüentes, apesar de todas as
recomendações médicas em contrário e do vigor das leis de controle de
dopagem.
Essas substâncias são derivadas da testosterona, um hormônio sexual
masculino que é fabricado pêlos testículos. No homem, é produzido durante
a vida inteira, mas principalmente por volta dos 11 e 13 anos, tendo como
funções principais: a decida dos testículos para dentro dos escrotos, o
crescimento dos testículos e do pênis, a distribuição dos pêlos,
participação no crescimento ósseo, desenvolvimento da musculatura após a
puberdade. Daí a definição de esteróides anabólicos(crescimento e
desenvolvimento) e androgênicos(caracteres sexuais masculinos).
Entretanto, os atletas no desespero de melhora rápida da massa e da
força, e na incessante luta por melhorar seus recordes, acabam por usar
doses elevadas, algumas, algumas vezes com exagero sem sentido. Em certos
casos, as doses são tão altas que os músculos acabam ficando refratários
a qualquer hipertrofia.
As modalidades que mais tem utilizado desse método são o
halterofilismo, lutas, remo, atletismo e ciclismo.
No homem, os efeitos secundários são:
Aumento das lesões traumatológicas dos tendões e dos ligamentos, porque o
desenvolvimento dos músculos não é acompanhado do desenvolvimento dessas
estruturas
Diminuição da estatura
Lesões do fígado, como hepatite e câncer
Redução do tamanho dos testículos, redução na produção dos
espermatozóides e lesões graves da próstata.
Na mulher, o uso é muito perigoso, principalmente antes e durante a
puberdade. Produz parada de crescimento, aspecto masculino, engrossamento
da voz, aumento da distribuição dos pêlos e aumento do clitóris.
A reversibilidade de qualquer desses efeitos negativos depende da
quantidade usada, do tempo de uso, de características metabólicas
individuais e da extensão das lesões.
Rafael Rizzi
BIBLIOTECA VIRTUAL
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Cólera parte2 .


Cólera
Origem da cólera
Originária da Ásia, mais precisamente da Índia e de Bangladesh, a cólera
se espalhou para outros continentes a partir de 1817.
Chegou ao Brasil no ano de 1885 invadindo os estados do Amazonas, da
Bahia, do Pará e do Rio de Janeiro. Só em 1893 que a doença chegou em São
Paulo alastrando-se tanto na capital como no interior do estado. No entanto, no
final do século XIX, o governo brasileiro declarava a erradicação da doença em
todo país.
Cerca de um século depois em abril de 1991, a cólera chegou novamente
ao Brasil. Vinda do Peru fez sua primeira vítima na cidade de Tabatinga, do
estado do Amazonas.
Definição da cólera
A cólera, também chamada de cólera-morbo, é uma doença infecciosa
que ataca o intestino do homem.
A bactéria que provoca a cólera foi descoberta por Robert Koch, em
1884. Por ter a forma de bastonetes encurvado, recebeu o nome de
Kommabazilus (bacilo em forma de vírgula ) posteriormente chamado de Víbrio
cholerae. Ao infestar o intestino do homem, essa bactéria faz com que seu
organismo elimine uma grande quantidade de água e sais minerais, acarretando
séria desidratação.
Os sintomas da cólera
A cólera pode ficar incubada de um a quatro dias. Quando se manifesta,
apresenta os seguintes sintomas:
· náuseas e vômitos;
· cólicas abdominais;
· diarréia abundante, esbranquecida como água de arroz, determinando
até a perda de um litro de água por hora;
· cãibras.
A transmissão da cólera
A cólera é transmitida principalmente pela água, por alimentos mal
cozidos, mariscos e peixes contaminados.
Quando o vibrião é engolido e vence a acidez do estômago, instala-se no
intestino do homem. Esta bactéria libera uma substância tóxica, que provoca
uma mudança na função das células intestinais. Ao invés de elas absorverem
líquidos e sais minerais, provocam a eliminação de grande quantidade de líquido
através de vômitos e diarréia.
O Tratamento da cólera
Como todas as doenças infecciosas, a cólera pode ter dois tipos de
tratamentos: o curativo e o profilático.
O tratamento curativo só pode ser feito por um médico, com antibióticos
para combater a infecção e medicamentos para combater a diarréia e prevenir a
desidratação.
O tratamento profilático pode ser orientado por um médico, mas poderá
ser feito por qualquer pessoa, com o objetivo de evitar a doença.
A prevenção da cólera e feita através de vacina e principalmente através
de medidas de higiene e saneamento básico.
A vacinação é de responsabilidade do governo. Geralmente é feita numa
campanha previamente marcada, que envolve um grande número de pessoas .
A vacinação atinge uma grande parcela da população, embora não haja a
garanti de que todas as pessoas vacinadas fiquem imunes as doenças.
Acontece que a vacina existente tem eficácia de apenas 50% .
A prevenção da cólera através de medidas de saneamento básico e
higiene depende do gorveno, mas também de cada um de nós. Cabe ao
governo desenvolve campanhas alertando e conscientizando a população de
que, com cuidados especiais e boa vontade , pode-se evitar a epidemia da
cólera.
O que devemos fazer ?
· Beber somente água filtradas ou fervida.
· Lavar as mãos antes da refeição e depois de deixar o vaso sanitário.
· Dar descarga no vaso sanitário, jogando nele o papel higiênico
sanitário. Quando não se pode jogar o papel higiênico no vaso, por
causa da rede de esgoto , deve-se queimá-lo.
· Lavar em água corrente as frutas, os legumes e as verduras, antes de
comê-los.
· Evitar comer alimentos crus, principalmente folhas e peixes.
· Não deixar moscas e outro insetos pousarem nos alimentos.
· Manter poços, reservatórios e fontes permanentemente limpos, não
deixando que os animais se aproximem dos locais onde se busca água
para beber.
· Queimar o lixo quando possível caso contrário queimar os dejetos.
Fonte: Carlos Barros, O corpo humano Programas de saúde, p.97, 41ª edição, editora ática.